Casal Sem Vergonha http://www.casalsemvergonha.com.br Casal Sem Vergonha - Amor, Atitude, Lifestyle Mon, 09 Oct 2017 10:39:53 +0000 pt-BR hourly 1 http://wordpress.org/?v=4.6.7 No final desse filme a gente morre http://www.casalsemvergonha.com.br/2017/10/09/no-final-desse-filme-a-gente-morre/ http://www.casalsemvergonha.com.br/2017/10/09/no-final-desse-filme-a-gente-morre/#comments Mon, 09 Oct 2017 10:39:01 +0000 http://www.casalsemvergonha.com.br/?p=35002 E aquela briga de ontem a noite não vai ter tanta importância assim. Nem aquela crise de ciúmes boba, a cobrança desnecessária, muito menos o motivo insignificante que fez com que cada um virasse para o seu lado da cama na madrugada passada. Sozinho. Mas, aquela mensagem que você deixou de enviar apenas para se […]]]>

E aquela briga de ontem a noite não vai ter tanta importância assim. Nem aquela crise de ciúmes boba, a cobrança desnecessária, muito menos o motivo insignificante que fez com que cada um virasse para o seu lado da cama na madrugada passada. Sozinho.
Mas, aquela mensagem que você deixou de enviar apenas para se fazer de difícil, o beijo que a duras penas foi reprimido por mágoa antiga ou o “sim” que ficou engasgado por orgulho, esses sim vão pesar na bagagem. Se ainda não ficou claro, no final desse filme a gente morre. E se o amanhã não existir que arrependimento você leva na alma?

Um bom dia que não foi dado por mau humor gratuito, um abraço que poderia ter se demorado mais do que breves segundos, um “eu te amo” que atravessou a garganta e se agarrou ao medo. Se o destino te dissesse que aquele encontro marcado com tanta distância não poderia acontecer pela triste ausência de uma das partes, você se anteciparia? Comeria o bolo, dançaria até os pés pedirem sossego mesmo que isso te custasse algumas horas de sono, atenderia a ligação do seu namorado(a) no meio da tarde ainda com a bronca de ontem?

Aposto que você respondeu sim para a maioria destas perguntas. E aposto mais ainda que isso vai te fazer refletir por algumas horas, talvez dias. Mas, aí no próximo final de semana os velhos hábitos voltam todos outra vez. A mesma mania egocêntrica de achar que o relógio é nosso amigo e vai esperar pela nossa indecisão, nossa vontade, nosso temperamento explosivo. Somos tão arrogantes em acreditar que temos o controle de nossas vidas e do mundo que gira ao nosso redor que quando o tempo se esgota, quando o destino pontua que alguém que amamos muito só chega até ali, nos sentimos injustiçados, traídos, abandonados.

Da janela aqui de cima eu vejo o dia lá fora e tá lindo, meus amigos, está absurdamente ensolarado. Pronto para ser vivido, abraçado, sentido até a última gota. E nós estamos como? Lamentando a falta de atitude do outro com o celular na mão, dizendo milhares de nãos para inúmeras oportunidades, trocando possibilidades reais de felicidade por vícios tecnológicos. Remorso, infelizmente, não é o suficiente para fazer os segundos voltarem ao passado. Acabou, acabou. Não tem volta essa corrida maluca que chamamos de vida. Ou a gente aceita que somos finitos, ou corremos o sério risco de derramar incontáveis lágrimas depois.

Pior do que uma negativa momentânea é a eterna incerteza do que poderia ter sido. Mais doloroso do que engolir a raiva durante uma discussão estúpida e ceder ao beijo é nunca mais ter a chance de tocar aquela boca novamente. Ou escutar a voz, se inebriar com o perfume, se ver no brilho do olhar do outro. Algumas oportunidades, por mais banais que possam parecer, são únicas. Tudo é um sopro.

Se você ainda tem a sorte de sentir a ventania desarrumando os seus cabelos sinta-se grato, muito grato, e permita-se desfrutar deste instante. E para qualquer convite de afeto: ame. Abrace, beije, se entregue, perdoe, peça desculpas, aceite a proposta, supere, passe por cima, alivie a sua alma. Só assim nada terá sido em vão. Só desta forma temos uma quase certeza de que se o teatro esvaziar ou se o filme perder-se no meio, ainda assim valeu a pena ter vivido este espetáculo.

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Já viu o nude da Anne Hathaway? http://www.casalsemvergonha.com.br/2017/10/03/ja-viu-o-nude-da-anne-hathaway/ http://www.casalsemvergonha.com.br/2017/10/03/ja-viu-o-nude-da-anne-hathaway/#comments Tue, 03 Oct 2017 19:24:54 +0000 http://www.casalsemvergonha.com.br/?p=34997 Para mim, as mulheres mais sexys do mundo são: Cleo Pires, Rihanna, Anne Hathaway e Scarlett Johansson. E também a Adriana Lima. E também a Stoya (atriz pornô). E também… Ah, são várias! Digo isso porque, na semana passada, uma delas – a Anne Hathaway – teve fotos íntimas hackeadas. E adivinha só se eu […]]]>

Para mim, as mulheres mais sexys do mundo são: Cleo Pires, Rihanna, Anne Hathaway e Scarlett Johansson. E também a Adriana Lima. E também a Stoya (atriz pornô). E também… Ah, são várias! Digo isso porque, na semana passada, uma delas – a Anne Hathaway – teve fotos íntimas hackeadas. E adivinha só se eu vi? Errou feio se respondeu que sim.

É claro que fiquei com vontade de vê-la mais à vontade, não vou mentir. No entanto, pelo mesmo motivo que me leva a não comprar celulares roubados e DVDs piratas, eu passei longe do todo link capaz de me levar às imagens da Hathaway. Não entendeu a comparação? Explico: não compro celulares roubados e DVDs piradas por saber que roubos e falsificações dependem de compradores para continuar rolando; e o mesmo raciocínio vale perfeitamente para fotos íntimas não autorizadas: elas só continuam a ser roubadas e divulgadas sem autorização devido à existência de pessoas dispostas a vê-las e compartilhá-las; gente incapaz de se colocar no desconfortável lugar do exposto. Ou acha que alguém gosta de ter a intimidade escancarada, sem autorização, para o mundo todo conferir? Não, é óbvio que não. Mas pimenta nos olhos dos outros é refresco, certo?

E mesmo se um amigo me mandasse as fotos da Anne, eu juro – pelos meus gatos – que as deletaria imediatamente para não cair em tentação. Juro. Nem sempre pensei assim, é verdade. Já vi muitas fotos vazadas antes, confesso sem qualquer orgulho de mim. Mas temos que evoluir, não é mesmo? E desejo que este texto faça com que você reflita e evolua também…

Espero, sinceramente, que você também entenda a importância de resistir à tentação e à curiosidade, por maiores que sejam elas, em nome da preservação da intimidade do outro, seja ele do seu círculo de amigos, da sua faculdade ou estrela de Hollywood que nunca verá de perto, tanto faz. Espero porque isso demonstra empatia, coisa que anda em falta por aí e que, acredite se quiser, em doses maiores resolveria grande parte dos problemas do mundo.

E, por favor, não tente colocar a culpa no colo da vítima, nem pense em começar com “ah, mas quem a mandou ficar tirando foto pelada, hein? Não sabia dos riscos que corria quando resolveu se exibir?”. O corpo é dela, oras. Só dela! Sendo assim, independente dos tantos babacas que só conseguem enxergar o próprio umbigo existentes no mundo, ela tem todo o direito de se fotografar como estiver a fim e de mostrar a quem quiser. E nós, que não fomos presenteados com os nudes dela, não tempos qualquer autorização de vê-los. Simples assim. Ponto final.

“Achado não é roubado”, alguns diziam nos tempos de escola para justificar a não devolução de objetos encontrados; e, nos dias de hoje, um raciocínio muito parecido – e raso – rola: “Já que caiu na net, e que agora está ao meu alcance, qual o problema de usufruir também?”. Mas há problema, sim. Pense bem! E fique longe do que não é seu, seja uma carteira recheada de euros ou as fotos da mulher que mora em seus sonhos mais eróticos e impublicáveis.

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Gratidão é essencial, mas já experimentou soltar um palavrão? http://www.casalsemvergonha.com.br/2017/10/02/gratidao-e-essencial-mas-ja-experimentou-soltar-um-palavrao/ http://www.casalsemvergonha.com.br/2017/10/02/gratidao-e-essencial-mas-ja-experimentou-soltar-um-palavrao/#comments Mon, 02 Oct 2017 21:35:43 +0000 http://www.casalsemvergonha.com.br/?p=34991 “Reclame menos e agradeça mais”, um amigo que adora dar uma de guru me aconselhou um dia, depois de me ouvir metendo o cacete em tudo, igualzinho àqueles velhos ranzinzas que xingam até a chuva, coitada, que às vezes vem do nada. E agora que o stress baixou, e que já consegui cancelar a NET, […]]]>

“Reclame menos e agradeça mais”, um amigo que adora dar uma de guru me aconselhou um dia, depois de me ouvir metendo o cacete em tudo, igualzinho àqueles velhos ranzinzas que xingam até a chuva, coitada, que às vezes vem do nada.

E agora que o stress baixou, e que já consegui cancelar a NET, posso afirmar: ele estava certíssimo. Afinal, diminuir a cota de reclamações e aumentar a dose de agradecimentos faz muito bem – à saúde, inclusive. O excesso de queixas, na maioria dos casos, não nos deixa mudar o disco, aprisionando-nos em sentimentos turbulentos decorrentes de situações desagradáveis que já aconteceram e que nada, nada mesmo, podemos fazer para mudar.

Sendo assim, se você é do tipo que só maldiz, maldiz, maldiz… Recomendo que insira alguns “obrigados” em sua rotina. No entanto, como tudo na vida exige equilíbrio, também faço questão de alertar: cuidado para não exagerar na dose, a ponto de transformar a gratidão em ato totalmente mecânico e sem sentido, como tenho visto por aí nas timelines e avenidas da vida.

Depois que agradecer feito um papagaio – mesmo quando o melhor a fazer para aliviar é soltar um sonoro “que caralho!” – entrou na moda graças à influência de coaches de felicidade formados sabe se lá onde e gente que finge (quando posa para selfies, ao menos) ser capaz de madrugar todo dia sorrindo, não me espantaria nem um pouco ouvir/ler declarações do tipo: “Universo, muito obrigado pela picada de aranha-marrom que tomei semana passada. Meu testículo esquerdo necrosou, por muito pouco não o perdi, contudo, graças aos dias que passei no hospital comendo comida sem sal e imaginando a vida com uma bola só, aprendi lições importantes e me tornei uma pessoa melhor”, “Hoje uma pomba piolhenta cagou uma gosma verde na minha cara, bem no nariz. #GRATIDÃO!”, “Depois de descobrir que meu namorado estava tendo um caso com o Paulinho, personal trainer dele, eu simplesmente agradeci. Engoli a decepção, sublimei a raiva, e disse ‘obrigado’, bem alto, pela chance que a vida me deu”…

Sabe o que é? Ando meio de saco cheio dessa gente que tenta, a todo custo, reduzir-nos a robôs sem coração capazes de controlar a raiva e as lágrimas sempre; seres programados a agradecer mesmo naqueles momentos em que nada desafoga mais do que um vai “tomar no cu, vida de rola, sua cuzona!” seguido de um brigadeiro de panela comido com voracidade.

Como já disse no começo deste texto, o “obrigado” é essencial, ô se é! Porém, ignorar a capacidade que só os palavrões e reclamações têm de nos dar alívio imediato me parece uma grande besteira, uma forma de ignorar a humanidade da qual não conseguiremos nos desvencilhar nem depois de cem livros de autoajuda. Mais do que isso: sinto que o excesso de gratidão postado por aí a torto e a direito tem feito com que algumas pessoas se sintam verdadeiras criminosas quando, em vez de “obrigado, galáxia”, têm mesmo é vontade de levantar dos dedos do meio – até os do pé. E a culpa por algo que é natural, a meu ver, só intoxica.

“Há hora para tudo nesta vida”, minha avó me dizia quando eu, feito um tubarão, rodeava o bolo ainda cru, antes mesmo do almoço. E hoje, muitos anos depois, ao concluir que um “vai tomar no cu” sincero vale mais do que um “obrigado” forçado, finalmente entendo o que ela queria dizer. Entendo e faço questão de complementar: “Há hora para tudo nesta vida, até mesmo para aquele ‘vai se fodê!’ que alivia mais do que meditação seguida de chá de camomila e frases-motivacionais-caça-likes que, na teoria, funcionam muito melhor do que na prática.

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A verdade sobre a vida http://www.casalsemvergonha.com.br/2017/10/02/a-verdade-sobre-a-vida/ http://www.casalsemvergonha.com.br/2017/10/02/a-verdade-sobre-a-vida/#comments Mon, 02 Oct 2017 12:58:06 +0000 http://www.casalsemvergonha.com.br/?p=34987 Acordei decidido a escrever um texto doce feito quindim, desses que causam tempestades de curtidas e coraçõezinhos e fazem a vida, ao menos por alguns parágrafos, ficar mais parecida com aquela dos contos de fada. Logo desisti, porém. Mesmo sabendo que a realidade, quando escancarada, quase nunca é compartilhada – o povo gosta mesmo é […]]]>

Acordei decidido a escrever um texto doce feito quindim, desses que causam tempestades de curtidas e coraçõezinhos e fazem a vida, ao menos por alguns parágrafos, ficar mais parecida com aquela dos contos de fada. Logo desisti, porém. Mesmo sabendo que a realidade, quando escancarada, quase nunca é compartilhada – o povo gosta mesmo é de happy ending, de preferência com chuva de arroz -, eu me sinto obrigado a expor a verdade, doa a quem doer: a vida muitas vezes é um limão difícil de engolir, de provocar caretas e encher os olhos de lágrimas.

“No fim tudo dá certo, e se não deu certo é porque ainda não chegou ao fim”, afirmou o Fernando Sabino, e dele faço questão de discordar: há sempre uma possibilidade de as coisas não darem certo, de você passar sua existência sem encontrar o amor com o qual sonha desde o colégio, de nunca – nem depois de muito insistir – conseguir transformar seu hobby em ganha-pão, de seu coração falhar antes de você compreender que existem mais variáveis envolvidas na realização dos seus sonhos do que você gostaria; fatores que independem do quanto você quer e sua a camisa para conseguir.

Não entendeu ainda? Serei mais objetivo: a vida às vezes é um cu, e não estou falando daqueles cus que nos recebem fácil, de maneira envolvente, sem contrações que os tornam verdadeiras fortalezas impenetráveis; falo de cus ingratos que lançam “bombons” em nossa cara de repente, mesmo depois de termos seguido à risca “as dicas infalíveis para o sucesso” que vivem a ser divulgadas por gente que ignora – ou faz questão de maquiar – a chance sempre iminente de tudo não dar em nada, da bosta aparecer do nada sob o sapato recém-engraxado quando não há torneira por perto.

E antes que me pergunte por que troquei minhas tradicionais colunas açucaradas de amor por este balde de água fria, respondo: a ciência da existência de certas possibilidades, mesmo as ruins e incontroláveis, pode tornar a vida de algumas pessoas que vivem no Walt Disney Word muito menos frustrante. Parece irônico, eu sei, porém, acredito que colocar a probabilidade de dar errado sobre a mesa é uma forma de evitar grandes baques com os quais é muito difícil lidar. Afinal, quando leio coisas como “um dia você vai encontrar um amor que vai completá-la, acredite” ou “se fizer com amor, com certeza vai dar certo”, não consigo deixar de pensar na galera que sofrerá pacas porque passará a carregar esperanças nem sempre capazes de serem correspondidas. Saca?

Ando, mais do que nunca, a favor da honestidade, mesmo aquela que se parece brutal à primeira ouvida. Por que não jogar a real e preparar as pessoas àquilo que terão de encarar cedo ou tarde, então? Em vez de ilusões que não passam de vales-decepção, por que não dizer “se fizer com amor, há mais chances de dar certo. Não existem garantias, contudo!”?

A vida, além de potencialmente azeda, como já disse, não é como comerciais de marcas esportivas nos quais basta querer muito para conseguir. “Impossible is nothing”, diz (ou já mudou?) a Adidas, causando imenso sofrimento em muita gente que precisa, de fato, ouvir a verdade a respeito da existência de limites pessoais intransponíveis.

E antes que me chame de “amargo”, “trevoso”, “ouvinte de A Tempestade, da Legião Urbana” ou algo do tipo, afirmo: minha intenção com este texto – que dificilmente bombará tanto como outros mais utópicos e fofinhos que escrevi – é acordar os tantos alienados que, por causa de novelas e comédias românticas, nem imaginam do que a vida – muitas vezes bela, não nego – é capaz.

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Sexo não é sacanagem http://www.casalsemvergonha.com.br/2017/09/29/sexo-nao-e-sacanagem/ http://www.casalsemvergonha.com.br/2017/09/29/sexo-nao-e-sacanagem/#comments Fri, 29 Sep 2017 14:03:15 +0000 http://www.casalsemvergonha.com.br/?p=34983 Tenho postado contos eróticos do meu novo livro e o resultado tem me surpreendido. Mais do que isso: tem me feito refletir bastante. Explico: diferente dos contos sem sexo, os “safadônicos” quase não são compartilhados e recebem pouquíssimas interações. No entanto, ao analisar o número de visualizações dos textos adultos, notei que estão sendo lidos […]]]>

Tenho postado contos eróticos do meu novo livro e o resultado tem me surpreendido. Mais do que isso: tem me feito refletir bastante. Explico: diferente dos contos sem sexo, os “safadônicos” quase não são compartilhados e recebem pouquíssimas interações. No entanto, ao analisar o número de visualizações dos textos adultos, notei que estão sendo lidos mais vezes do que os sem trepadas e lambidas íntimas. Curioso, né? Eu acho. E acho, também, que tal fenômeno só escancara a vergonha que muitas pessoas ainda têm de tornar público o que pensam/sentem acerca de algo tão natural e bonito. Em alguns casos, ainda, não se trata apenas de vergonha: é medo de serem julgadas por uma sociedade que, em pleno século XXI – e à beira do teletransporte -, infelizmente, continua tratando o tesão de maneira criminosa, transformando-o em vale-culpa, principalmente o sentido pelas mulheres e por pessoas com orientação diferente da que idiotas consideram correta – como se só os heterossexuais fossem normais, né?

As pessoas fazem sexo, leem sobre sexo, assistem a vídeos eróticos, pensem em sexo o tempo todo… Mas, na hora de expor, a coisa muda: têm receio do que pensarão, sentem-se cometendo um crime hediondo. Muitos leitores me mandam mensagem privada para confessar: “Coiro, amei o texto que postou. Mesmo. Só não compartilho porque minha mãe tem Facebook”. Àqueles, também, que me perguntam se não penso em minha família ao publicar textos calientes. A eles, então, costumo responder: tenho vergonha de estacionar em vaga de idoso, de ultrapassar pelo acostamento, de levar a pior cerveja do mundo no churrasco e só tomar das melhores… Saca? Não de falar sobre sexo!

Meu livro novo está cheio de trepada, de tudo quanto é jeito e posição. Por isso, tenho certeza de que algumas pessoas o acharão muito obsceno. Mas sexo é parte fundamental da vida, não é? É essencial à nossa existência, inclusive. Ou você ainda crê que veio ao mundo graças à cegonha? Então, por que tirá-lo dos meus contos que tentam, de alguma forma, captar os mais impactantes sentimentos desta vida fugaz? Já há tanta censura por aí, não acha? Até os mamilos, coitados, agora são tratados como se fossem culpados. Logo eles, que são fonte do leite que nos sustenta em nossa fase mais frágil.

Além disso, o sexo consentido nunca é “sacanagem”, como vivem o taxando por aí. Nunca! Dá prazer, não dá? Torna esta jornada inexplicável, que quase sempre acaba sem aviso prévio, mais tragável também.

Sacanagem, em minha opinião, é trabalhar feito burro de carga mais da metade do ano para pagar imposto e, mesmo assim, terminar agonizando na fila de um hospital sem estrutura alguma, lotado de gente sem um pingo do mínimo.

Sacanagem, de fato, é tomar tiro de fuzil sem nunca ter estrebuchado num orgasmo de assustar a vizinhança, ainda sem entender o quão gostoso pode ser usar o bê-a-bá para provocações afrodisíacas ao pé do ouvido.

Sacanagem é ser obrigado a vender pano de prato no sinal desde os dez anos, e dar de cara, todos os dias, com crianças tateando smartphones dentro de carros importados.

Sacanagem é descobrir um câncer imbatível num exame de rotina, mesmo depois de ter recusado diversas chances de se entupir de álcool e nicotina e gordura trans e açúcar e todo tipo de veneno gostoso e, praticamente, irresistível.

Sacanagem é dizer “eu te amo” só para trepar com gente de coração traumatizado e passar a vida toda sem saber que trepar, muitas vezes, também é uma forma honesta de fazer amor – revirar os olhos de quem amamos é carinho do mais sincero e potente, ou não é? Faz bem à pele, até.

Sacanagem é deixá-la (deixá-lo) sem saber o quanto as “sacanagens” que fazem entre quatro paredes e na poltrona mais escondida do cinema reduzem, ao menos por alguns minutos, a aspereza de todas as coisas, especialmente das sacanagens contra as quais, infelizmente, não há muito como lutar.

Apesar dos personagens que se comem de cabo a rabo, diferente do que gente de pensamento empoeirado vai pensar, não há obscenidades em meu livro novo: existe aquilo que – enquanto gememos e rumamos em direção ao nosso descontrole – nos torna capaz de suportar o que é indubitavelmente obsceno – como a mentira, a corrupção, as vans que atropelam inocentes em nome de sei lá quem e a acidez do tempo que corrói tudo; até mesmo o tesão que, um dia, pareceu imortal.

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O óbvio precisa ser dito http://www.casalsemvergonha.com.br/2017/09/19/o-obvio-precisa-ser-dito/ http://www.casalsemvergonha.com.br/2017/09/19/o-obvio-precisa-ser-dito/#comments Tue, 19 Sep 2017 22:17:19 +0000 http://www.casalsemvergonha.com.br/?p=34978 Ninguém tem a obrigação de imaginar o que está se passando na sua mente.  X-men não é vida real e , acredite, nem todos fazem telepatia como o professor Xavier. Então,  por mais que algo pareça óbvio para você, é mais seguro dizer o que pensa e deixar tudo às claras. Você não quer compromisso, […]]]>

Ninguém tem a obrigação de imaginar o que está se passando na sua mente.  X-men não é vida real e , acredite, nem todos fazem telepatia como o professor Xavier. Então,  por mais que algo pareça óbvio para você, é mais seguro dizer o que pensa e deixar tudo às claras.

Você não quer compromisso, não tá afim de andar de mãos dadas ou dormir junto sábado a noite. Fale! Você está sobrecarregado no trabalho, fazendo o serviço de dois funcionários e mais três estagiários. Converse! Você odeia macarrão ao pesto e só tem isso para jantar. Peça um delivery (com jeitinho, claro!).

Sei que as coisas podem complicar com tanta verdade jogada na mesa, mas, mascarar sentimentos, pode trazer problemas muito maiores e piores. Imagina que risco, alguém gostar de uma versão sua que nada tenha, de fato, a ver com você. Isso causa uma tremenda confusão.

Num relacionamento, por exemplo, palavras são mais que importantes, são cruciais. Sabe a historia de que “um carinho às vezes cai bem”? Então, algo óbvio dito ao pé do ouvido tem o poder de arrepiar os cabelinhos da nuca de qualquer pessoa e soar como novidade, sempre. Que custa, afinal, dizer aquele eu te amo, falar que ela tá linda, que ele é seu encaixe e que tá com saudade? Essas sutilezas regam a alma de amor e carinho. “Ah, mas ele (ou ela) já sabe”, alguns dizem. Mas repetir não mata não e só faz melhorar.

O contrário  também serve, se algo te incomoda, melhor não arriscar e explicar tudo direitinho, não acha? Colocar os pingos nos “is”, mostrar onde machuca, onde aperta e onde incomoda. Porque é um vacilo muito grande achar que tá tudo ok e não fazer nada para que a outra pessoa te saque, de verdade.

Tem que entender que você tem seu jeito de olhar as coisas e ninguém vai olhar para o mesmo fato, exatamente com os mesmos olhos. Eu já vi muita bagunça surgir e mostrar que o óbvio não era tão evidente assim. E quando as pessoas caíram em si, infelizmente, era tarde demais. Portanto não tenha medo de dar vazão ao seu sentimento, nem fique na dúvida quanto ao que foi compreendido. Consequências são inevitáveis e algumas duras de lidar, mas, faz parte da vida. Desentendimentos são minimizados quando o diálogo é aberto e honesto. Então, facilite sua vida e a alheia, diga o que precisa e deve dizer.

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O que você ganha quando aprende a ouvir as pessoas http://www.casalsemvergonha.com.br/2017/09/18/o-que-voce-ganha-quando-aprende-a-ouvir-as-pessoas/ http://www.casalsemvergonha.com.br/2017/09/18/o-que-voce-ganha-quando-aprende-a-ouvir-as-pessoas/#comments Mon, 18 Sep 2017 21:27:12 +0000 http://www.casalsemvergonha.com.br/?p=34973 A geração das selfies, dos tebetês e do Sarahah. Com não está muito habituada a ouvir as pessoas. No máximo, esperamos o outro terminar de falar para, prontamente, emitirmos uma opinião (quando esperamos). É claro que nós temos opiniões formadas sobre tudo. E ai de quem não tenha. “Em que planeta você vive?” “Eu só […]]]>

A geração das selfies, dos tebetês e do Sarahah. Com não está muito habituada a ouvir as pessoas. No máximo, esperamos o outro terminar de falar para, prontamente, emitirmos uma opinião (quando esperamos).

É claro que nós temos opiniões formadas sobre tudo.

E ai de quem não tenha.

“Em que planeta você vive?”

“Eu só não pensei nisso ainda…”

“Sim, mas no caso do Brasil é claro que a política interna blábláblá….”

Falamos, falamos, e não dizemos nada.

O falatório não tem por objetivo entregar uma mensagem a quem quer que seja, porque nem mesmo sabemos com quem estamos falando. Não interessa muito: falamos para sermos ouvidos pelos nossos egos.

Falamos de nossos filmes prediletos como se fossem obrigatórios para o outro. O amiguinho não existe se nunca ouviu nossas músicas. Bom gosto é só o que a gente gosta, o resto é lixo. E só ficamos realmente satisfeitos quando concordam com a gente.

Enquanto engordamos os egos como porcos, perdemos o melhor da brincadeira: o diálogo que constrói coisas, para nós, para o outro, para o mundo.

Raul disse muitas coisas importantes (que deus o tenha), e talvez uma das mais importantes seja “você sabe que a gente precisa entrar em contato/ com toda essa força contida que vive guardada/ o eco das suas palavras não repercutem em nada.”

Quando você aprende a ouvir o outro, você aprende a entrar em contato – não apenas com a sua própria força contida que vive guardada, mas com a força do outro, as ideias do outro, o olhar do outro.

Você entende que muitos pontos de vista diferentes dos seus podem também estar corretos, e ainda que estejam irremediavelmente errados, têm algo a somar aos seus próprios pontos de vista (ainda que seja apenas para confirma-los).

Você descobre, sobretudo, que cada ser humano é um universo complexo e lindo. Que sempre dá pra ir mais fundo em outra alma. E que o outro, assim como você, só precisa de pares de olhos e ouvidos atentos pra poder desabrochar.

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Você precisa entender que amigos mudam http://www.casalsemvergonha.com.br/2017/09/18/voce-precisa-entender-que-amigos-mudam/ http://www.casalsemvergonha.com.br/2017/09/18/voce-precisa-entender-que-amigos-mudam/#comments Mon, 18 Sep 2017 00:31:39 +0000 http://www.casalsemvergonha.com.br/?p=34969 Eles mudam, você muda e tudo se transforma ao redor. E isso é mais normal que “andar pra frente”! Desculpa aí pelo clichê, mas é, e pronto.  Pessoas se reinventam, descobrem coisas novas sobre si, amadurecem e adquirem hábitos diferentes, o tempo todo. E aqueles que amamos, assim como nós, não estão imunes. Imagina que […]]]>

Eles mudam, você muda e tudo se transforma ao redor. E isso é mais normal que “andar pra frente”! Desculpa aí pelo clichê, mas é, e pronto.  Pessoas se reinventam, descobrem coisas novas sobre si, amadurecem e adquirem hábitos diferentes, o tempo todo. E aqueles que amamos, assim como nós, não estão imunes.

Imagina que louco seria, se isso não acontecesse. Se você ainda colecionasse posters dos Hansons, pintasse o cabelo de rosa com papel crepom e usasse tatuagens de chiclete Ploc. Ufah! Percebe que assim como você é outra pessoa hoje, seus amigos também são?

Quem sabe vocês não ouçam mais as mesmas bandas, não usem mais camisetas parecidas, você seja vegano e ele dono de uma hamburgueria gourmet. Talvez isso te incomode um pouco e é compreensível. Mas a amizade não precisa chegar ao fim, pelo contrário, ela deve evoluir. Porque bacana de verdade é conseguir entender que seu amigo e você, tem um vínculo maior que qualquer adversidade ou desencontro.

Relógios inevitavelmente se desajustam, com o passar dos anos. Talvez você esteja casando e tendo filhos, enquanto ele está mochilando pelo mundo. Ou você está comemorando o diploma da faculdade e ele chorando um término de namoro. Nem sempre os ritmos vão encaixar, isso é fato. Mas não dá para virar as costas um para o outro. E mesmo que cada um vá para um canto, ainda assim,  dá de permanecer próximo.

Amigos de verdade ficam perto, independente das coordenadas geográficas e não deixam a rotina amarelar a amizade. É assim que tem que ser. Tem que rir junto, chorar junto e permanecer junto. Porque amizade de verdade é aquela que está lá, para o que der e vier. Que compreende a fase que o outro está passando e que respeita ela. Afinal, todos nós temos dias cinzentos e dias de sol.

Então, mesmo que as conversas fiquem mais espaçadas ou os abraços mais distantes, não desista do seu amigo, ache um tempo para ele e ao invés de falar “vamos marcar”, marque algo. A amizade deve prevalecer, sempre! Você não precisa mudar de amigos, precisa entender que eles mudam e aceitar as mudanças. Elas são parte dessa jornada maluca que a gente vive. Pessoas para a vida toda são poucas e raras, valorize elas.

ass_loui (1)

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Carta de um gato sobre a humanidade http://www.casalsemvergonha.com.br/2017/09/15/carta-de-um-gato-sobre-a-humanidade/ http://www.casalsemvergonha.com.br/2017/09/15/carta-de-um-gato-sobre-a-humanidade/#comments Fri, 15 Sep 2017 12:10:54 +0000 http://www.casalsemvergonha.com.br/?p=34964 Nossos servos humanos de fato não fazem ideia do que estão fazendo. Não sabem, em primeiro lugar, que nós não somos obrigados a comer ração seca todos os dias e que nem sempre nossas barrigas estão disponíveis para carinhos. Respeitar o espaço dos outros, na verdade, não é muito o forte da humanidade. Por isso […]]]>

Nossos servos humanos de fato não fazem ideia do que estão fazendo. Não sabem, em primeiro lugar, que nós não somos obrigados a comer ração seca todos os dias e que nem sempre nossas barrigas estão disponíveis para carinhos.

Respeitar o espaço dos outros, na verdade, não é muito o forte da humanidade. Por isso eles se consomem com discussões ideológicas inúteis – não bastassem as discussões presenciais, criaram algo que chamam de “redes sociais”, uma máquina que os conecta a outros seres humanos para mais discussões ideológicas inúteis.

Enquanto isso, nós dormimos. E comemos os sachês que eles compram. Cada um tem a realidade que merece, não é mesmo?

O pior é que essas discussões não costumam leva-los a lugar algum: como já desaprenderam a ouvir, pouco evoluem. Seguem girando em torno de si mesmos.

Girar em torno de si mesmo, na verdade, é a especialidade da humanidade. Chamam isso de “ego”. E o tal ego, pelo visto, é bem grande.

Eles agem, por exemplo, como se fossem os donos do planeta: sujam as praias, entopem o ar de uma fumaça tóxica que vai direto para os seus próprios pulmões e jogam lixo nos rios e bueiros como se esse lixo nunca fosse voltar pra eles (quando volta e acontecem catástrofes urbanas, os humanos fazem o que sabem fazer de melhor: reclamam).

Aliás, como essa gente conseguiu burlar a seleção natural?

Entenda, portanto, que qualquer coisa que você faça ferirá o ego do seu humano (não que você deva se importar com isso, é claro).

Ele se recusa a aceitar que você, felino dono de si, tem o direito de não ir pra a cama quando ele chama e de dar uma fugidinha se a porta estiver aberta (eles pensam mesmo que nos mantém prisioneiros e nem sonham que na verdade só não vamos embora porque viver com eles é mais ou menos confortável).

Tente então não ferir o ego do seu humano de um modo muito grave, para o seu próprio bem. Humanos são capazes de maldades inacreditáveis, apesar de nós, gatos, frequentemente levarmos a fama. Eles têm centenas de guerras sangrentas no currículo. Eles não precisam matar para comerem, mas eventualmente matam por diversão.   Eles são tão terríveis que, por vezes, se surpreendem com a nossa lealdade.

Uma vez a minha humana achou incrível eu ter adotado como minha filha uma gata filhote que ela trouxe a tiracolo – sem nem avisar, porque eles são assim. E o que mais eu poderia fazer? Deixar à míngua uma bebezinha louca que não sabe nem limpar a bunda?

Do alto da minha famigerada insensibilidade felina, eu, na verdade, só sei amar. Até mesmo, vejam só, aos humanos. Eles traem, abandonam, destroem o planeta e promovem guerras, e nós é que não somos afetuosos.

Senta lá, humano.

ass_nathmacedo

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Segunda-feira não tem culpa de você odiar seu trabalho http://www.casalsemvergonha.com.br/2017/09/13/segunda-feira-nao-tem-culpa-de-voce-odiar-seu-trabalho/ http://www.casalsemvergonha.com.br/2017/09/13/segunda-feira-nao-tem-culpa-de-voce-odiar-seu-trabalho/#comments Wed, 13 Sep 2017 22:08:57 +0000 http://www.casalsemvergonha.com.br/?p=34958 Relógio despertando às seis, você tem vinte e tantos anos, ansiedade e começo de ulcera nervosa. É segunda de manhã e está revirando na cama, pensando em desculpas para faltar o expediente. Mas o boleto do cartão de crédito está em cima da mesa e a energia no limite de ser cortada. Você é adulto […]]]>

Relógio despertando às seis, você tem vinte e tantos anos, ansiedade e começo de ulcera nervosa. É segunda de manhã e está revirando na cama, pensando em desculpas para faltar o expediente. Mas o boleto do cartão de crédito está em cima da mesa e a energia no limite de ser cortada. Você é adulto e é isso que adultos fazem, trabalham  para sobreviver, comprar coisas e tirar férias final do ano. Injusto não!? Sua vida vai ter segundas-feiras demais, um monte delas. Então, não perca tempo odiando-as.

Eu sei que no momento, você está preocupado em como dar conta de ser uma pessoa estável e organizada. Te ensinaram desde pequeno sobre a importância de manter a previdência em dia, o talão da hipoteca quitado e uma poupancinha para casos de dificuldade. E isso está certo, ou melhor, não tem nada de errado nisso. Mas, a coisa toda muda de contexto, quando essa busca pela vida financeira razoável te desorganiza o cérebro e faz o coração infeliz.  Afinal, a linha que divide uma vida segura de uma vida presa, é extremamente tênue.

Se você cruzou essa linha e está se sentindo sufocado, é porque talvez seja hora de dar uma super reviravolta na vida. E antes que pergunte: a resposta para como fazer isso, não está no Google. Tampouco nos gurus modernos que cobram salários de pop star do rock, por cada palestra. É que as respostas nunca aparecem, se você não sabe fazer as perguntas. Elas estão nas suas próprias indagações. O que exatamente você faria, se pudesse fazer o que quisesse?

Eu sei que a maioria das pessoas  ainda não são abençoadas com o prazer de fazerem o que amam. Mas, pelo menos, a gente precisa buscar isso, não acha? Dar uma chance para aquele hobby, que parece coisa de domingo folgado, e transformá-lo em algo rentável. Nesse momento vale tentar ajuda da internet e de especialistas, sim, para desenvolver algo bacana e lucrativo. Claro que alguns revezes podem surgir, mas, se você voltar lá naquele mesmo Google, com alguns cliques rápidos vai perceber que, muita gente passou por essa  mesma estrada de incertezas e chegou aonde queria.

É complexo numa primeira olhada, mas depois tudo descomplica e você percebe que fez exatamente certo em recomeçar. Nós temos essa mania besta, de desacreditar na capacidade humana de se reinventar. Saiba que pessoas bem sucedidas, começaram do zero várias vezes na vida,  então não se desespere antes de dar o primeiro passo. Muita coisa que te parece importante hoje, vai ter de ser deixada para trás e possivelmente, nem farão falta com o tempo. Mas, aos poucos você vai enxergar que o mais importante é dar a si mesmo a oportunidade de ser feliz e pleno, todo dia,  de segunda a segunda.

ass_loui (1)

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3 dos nossos lugares favoritos no Brasil para uma viagem romântica http://www.casalsemvergonha.com.br/2017/08/30/3-dos-nossos-lugares-favoritos-no-brasil-para-uma-viagem-romantica/ http://www.casalsemvergonha.com.br/2017/08/30/3-dos-nossos-lugares-favoritos-no-brasil-para-uma-viagem-romantica/#comments Wed, 30 Aug 2017 15:13:46 +0000 http://www.casalsemvergonha.com.br/?p=34946 O vídeo de hoje é uma homenagem ao sul do Brasil. Nos apaixonamos faz algum tempo, no momento em que decidimos largar nossos trabalhos convencionais e passar a levar tudo o que precisamos no nosso laptop. A partir daí, temos viajado dentro e fora do país, e dentre tudo o que já vimos, esses lugares […]]]>

O vídeo de hoje é uma homenagem ao sul do Brasil. Nos apaixonamos faz algum tempo, no momento em que decidimos largar nossos trabalhos convencionais e passar a levar tudo o que precisamos no nosso laptop. A partir daí, temos viajado dentro e fora do país, e dentre tudo o que já vimos, esses lugares nos marcaram demais.

Aperta o play para descobrir quais são e conta pra gente suas dicas nos comentários! #ViajeproSul

*Este vídeo é um oferecimento dos nossos parceiros do Ministério do Turismo.

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Que seja lindo enquanto durar e leve quando terminar http://www.casalsemvergonha.com.br/2017/08/24/que-seja-lindo-enquantodurar-e-leve-quando-terminar/ http://www.casalsemvergonha.com.br/2017/08/24/que-seja-lindo-enquantodurar-e-leve-quando-terminar/#comments Thu, 24 Aug 2017 19:01:41 +0000 http://www.casalsemvergonha.com.br/?p=34937 Que fique bem claro, amor não é moeda de barganha. Deu está dado. Não tem dessas de ficar cobrando o tempo dispensado, os presentes oferecidos ou a dedicação aplicada. Por certo período foi ótimo para ambos, em determinado momento deixou de ser bacana para um. O relacionamento terminou, porém isso não quer dizer que absolutamente […]]]>

Que fique bem claro, amor não é moeda de barganha. Deu está dado. Não tem dessas de ficar cobrando o tempo dispensado, os presentes oferecidos ou a dedicação aplicada. Por certo período foi ótimo para ambos, em determinado momento deixou de ser bacana para um. O relacionamento terminou, porém isso não quer dizer que absolutamente tudo precisa ser resgatado. Foi de coração, foi desejado, foi sincero. Até porque o que você realmente quer de volta e não assume é um tempo bom que não tem retorno. Aceita que dói menos e para de fazer esse papel de trouxa que não está legal.

Tem uma galera por aí que quando acaba a relação sai praticamente com uma lista de compras atrás do ex exigindo uma “recompensa” pelo que foi vivido. Pega urso de pelúcia, roupa que foi presente de aniversário, cobra aqueles 10 reais da padaria da semana passada, como se o amor oferecido a alguém ficasse atrelado aos bens materiais. Ao invés de só seguir em frente e se preocupar apenas com o seu próprio processo de recuperação não, fica remoendo o passado como se existisse algum tipo de dívida.

Se ainda restam dúvidas: quando um ciclo se encerra ninguém deve nada a ninguém. Mesmo que o outro tenha errado, não tenha correspondido às nossas expectativas ou tenha feito promessas que não conseguiu cumprir ainda assim não existe nenhuma obrigação envolvida. Tudo bem que a gente passa por um turbilhão de sentimentos, as emoções ficam um tanto quanto misturadas dentro do peito, é raiva, frustração e amor tentando decidir quem é que vai vencer a briga, mas não dá para perder o controle. O melhor é deixar o tempo fazer o seu trabalho para só depois refletir sobre a continuidade do caminho.

Uma coisa é o casal dividir um teto e precisar realmente realizar uma partilha, outra totalmente diferente é ficar “mimizando” por bobagem pouca. Isso só escancara todo o nosso sofrimento e demonstra que não estamos lidando bem com a separação. Não tem nada de errado em demorar a se reerguer ou em se permitir sentir todas as fases do luto. No entanto, sendo o outro o protagonista da nossa angústia não seria mais saudável um resguardo na tentativa de preservar o nosso emocional na busca por um reequilíbrio?

Deixa ele(a) decidir sozinho o que vai fazer com o que ficou de vocês na vida dele. Términos são sempre tão desgastantes por si só que não tem necessidade nenhuma de endurecer mais ainda a travessia. Não existe uma regra de etiqueta que recomende este tipo de atitude, mas gentileza é uma delicadeza que nunca sai de moda. Se ofertamos tempo, afeto, cuidado e zelo muito possivelmente naquele instante foi merecido. Não é porque a parceria acabou que foi tudo em vão. 

Dói sim, mas se pensar bem no fundo da alma você também não quer as lembranças dele(a) por perto. Não agora. Que o outro guarde, jogue fora, doe, o que ele quiser. Repito, deu está dado. Não te diz respeito mais e igualmente faz parte do processo dele aprender a se desapegar do cantinho que era seu. Que cada um atravesse a sua tempestade da maneira como for melhor para a sua superação e que tenhamos discernimento para não interferir nesse desprendimento. Se quiser MUITO algo, peça com tato e cortesia. O resto deixa o vento levar. O resto, infelizmente, não vai curar a nossa dor.

danielle-assinatura

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A vida adulta tem umas solidões esquisitas http://www.casalsemvergonha.com.br/2017/08/21/a-vida-adulta-tem-umas-solidoes-esquisitas/ http://www.casalsemvergonha.com.br/2017/08/21/a-vida-adulta-tem-umas-solidoes-esquisitas/#comments Mon, 21 Aug 2017 13:34:53 +0000 http://www.casalsemvergonha.com.br/?p=34929 Solidão de adulto é foda. E não se resolve com transa. Nem com compras em loja de fast fashion, porre de vodca com energético, ou almoço de família. A vida adulta tem umas solidões esquisitas. Do tipo que pai e mãe não dão jeito e nem amigos festeiros dão conta. É solidão de alguém para abraçar  e diminuir as dimensões da […]]]>

Solidão de adulto é foda. E não se resolve com transa. Nem com compras em loja de fast fashion, porre de vodca com energético, ou almoço de família. A vida adulta tem umas solidões esquisitas. Do tipo que pai e mãe não dão jeito e nem amigos festeiros dão conta. É solidão de alguém para abraçar  e diminuir as dimensões da cama, na hora de dormir. Solidão para viajar até a praia e pular o carnaval, sem pular nele. É solidão do tipo que passa quando você vê ela vestindo seu moletom. É solidão do tipo que morre quando sua bochecha gruda no peito morno dele.

Claro que estar só não é ruim. É essencial saber ficar bem sozinho. Você pode e deve fazer uma porção de coisas sozinho. Viaje para algum canto em que você seja anônimo e fique apenas você e sua mochila, por uns dias. Assista aquele show que tanto quer, mescle-se na multidão de rostos desconhecidos e cante alto com seu inglês meia boca, perca a vergonha. Tome seu café na varanda, com um livro por companhia e experimente esses momentos a sós. Eles servem para aprender  mais sobre si e sobre o mundo.

Porém, vez ou outra, possivelmente surgirá aquela noite em que o quarto ficará grande demais, o carro gelado e a lasanha de microondas, porção individual, te dará um tapa na cara. Você vai olhar ao redor querendo encontrar uma expressão familiar, alguém que te pergunte sobre seu dia, que seque a louça enquanto você lava (apesar do clichê) e que divida uma bacia de pipoca quente e amanteigada, enquanto vocês assistem o filme novo, nem tão bom assim, do Woody Allen.

Estar sozinho não significa estar solitário. Mas, a solidão em si, é um troço cruel demais. Ela te fode o cérebro, sem piedade, sem carinho na nuca e sem cigarro dividido aos pés da cama. E por mais que você busque remediá-la com encontros  e transas, vai acabar acordando com o efeito colateral de um estranho completo, dormindo ao seu lado. O que pode ser pior, ou melhor…dependendo da sua reação deste momento em diante. Se a ideia era lance casual, ok. Mas se foi uma busca por preencher algo maior, as coisas podem complicar.

Parece que faz parte da vida adulta, sentir esse aperto no peito, essa vontadezinha de ter alguém ao alcance da mão, da pele e do abraço. Mas buscar abrigo no prazer alheio, não resolve isso. É preciso mais. Se a falta de companhia incomoda, tem que resolver. Eu entendo que abrir a casa e a vida para outra pessoa é assustador, mas quando a ausência de alguém é grande e dolorida, é porque é hora de parar de procurar paliativos e botar a solidão para escanteio de vez.

E para isso, tem que ter os olhos e o coração abertos. Tem que dar espaço para aquela amizade nova, surgida na fila do caixa. Tem que retribuir aquele sorriso que te encantou, no meio de um bar transbordante de gente, numa sexta à noite. Tem que se permitir conhecer outras coisas, outros lugares e outros amores. Parafraseando o poeta, não prepare apenas um café, prepare a vida. Porque ao contrário do que dizem, acredito que coisas boas surgem quando a gente realmente espera  e está preparado para elas, do fundo do coração.

ass_loui (1)

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Sobre parcerias saudáveis: A cereja do bolo se chama intimidade http://www.casalsemvergonha.com.br/2017/08/17/sobre-parcerias-saudaveis-a-cereja-do-bolo-se-chama-intimidade/ http://www.casalsemvergonha.com.br/2017/08/17/sobre-parcerias-saudaveis-a-cereja-do-bolo-se-chama-intimidade/#comments Thu, 17 Aug 2017 20:07:15 +0000 http://www.casalsemvergonha.com.br/?p=34923 Infelizmente, não existe um segredo que sustenta os relacionamentos de sucesso. Mas, uma coisa é fato: parcerias boas e saudáveis se estabelecem em fundações sólidas que vão muito além daquilo que os olhos podem ver. Confiança, diálogo, cumplicidade são grandes alicerces de uma relação duradoura que se baseiam numa premissa única e imprescindível: a intimidade. […]]]>

Infelizmente, não existe um segredo que sustenta os relacionamentos de sucesso. Mas, uma coisa é fato: parcerias boas e saudáveis se estabelecem em fundações sólidas que vão muito além daquilo que os olhos podem ver. Confiança, diálogo, cumplicidade são grandes alicerces de uma relação duradoura que se baseiam numa premissa única e imprescindível: a intimidade. Definitivamente, a cereja do bolo, o detalhe primordial que possibilita as trocas genuínas entre o casal é reconhecer ao outro como a si próprio. Proximidade.

A partir do momento em que escancaramos as portas do nosso mundo para quem cruza a travessia ao nosso lado todos os laços e conexões se formam com uma facilidade maior. Nossos medos, anseios, vontades, sonhos, nossas vitórias e derrotas tornam-se bagagem não apenas de um indivíduo somente. O peso do caminho agora é dividido por dois e não precisamos mais de máscaras socialmente padronizadas para expor quem somos de verdade por dentro. Compreendemos e somos compreendidos, simplesmente por despirmos a nossa alma.

Não existe uma fórmula mágica para as permanências, entretanto sem sombra de dúvidas mostrar-se por inteiro é preciso. Contar nossa história, nossos encruzilhadas, nossas cicatrizes, as estradas que percorremos e para onde gostaríamos de ir. Viver uma relação transparente é o mínimo para um dia a dia de mãos dadas sadio. Surpreender é ótimo, mas saber qual a cautela necessária para caminhar no chão onde se pisa é ainda melhor. Das coisas tão mais lindas que a intimidade traz a mais reconfortante é ser aceito por quem a gente ama apesar de todos os pesares, apesar de todos os passados.

O segredo do sucesso é justamente não ter segredos. Mergulhar de cabeça nesse universo sagrado de descobertas a dois e também não ter medo de revelar o que existe de mais enraizado dentro da gente. Estimular estes encontros de essências é fundamental para rotinas equilibradas e pensando exatamente em promover a consolidação destes laços de intimidade os preservativos SKYN® lançaram uma promoção que garante unir ainda mais você ao seu amor.

Na busca por locais que instiguem esse ímpeto de proximidade, a nova campanha da SKYN® vai levar você e a sua cara metade para visitar e avaliar 10 locais cheios de charme e elegância espalhados pelo Brasil. Ao todo 3 casais serão recrutados para essa privilegiada aventura a dois e terão como missão avaliar o potencial intimista dos lugares visitados. O material registrado como fotos, vídeos e, claro, a resenha do casal sobre essa experiência única serão documentados no Guia Locais de Intimidade, elaborado pela SKYN, que contará com vivências de casais do mundo inteiro.

Ficou morrendo de vontade de dar uma escapadinha da zona de conforto para estreitar os elos do relacionamento? Pois então, embarcar nessa jornada é muito fácil. Basta entrar no site http://bit.ly/2qOlKSI, demonstrar que você e seu parceiro(a) apresentam mais de 60% de compatibilidade e pronto, os pombinhos já estão concorrendo ao posto de Viajantes Íntimos SKYN®. Os felizes ganhadores viajam entre outubro e novembro deste ano e podem se preparar para rechear as malas com bastante disposição. Nada será como antes!

Para saber mais sobre a campanha Locais de Intimidade SKYN® acesse http://bit.ly/2qOlKSI e http://bit.ly/2rIILXg. Não perca tempo e garanta já a sua vaga nesta oportunidade dos sonhos. Invista no sucesso da relação e desnude-se para o outro: sinta absolutamente tudo com SKYN®.

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Eu sempre estive aqui http://www.casalsemvergonha.com.br/2017/08/16/eu-sempre-estive-aqui/ http://www.casalsemvergonha.com.br/2017/08/16/eu-sempre-estive-aqui/#comments Wed, 16 Aug 2017 12:43:56 +0000 http://www.casalsemvergonha.com.br/?p=34918 “Você sumiu…” (reticências). Mentira. O telefone continua armazenado, o celular ativo e eu tô aqui ó, morando no mesmíssimo lugar. Podia se dar pelo menos ao trabalho de inventar uma desculpa melhor já que resolveu dar as caras novamente, porque essa está mais batida do aquela vez que você fingiu estar doente para cancelar o nosso jantar. Ninguém mais […]]]>

“Você sumiu…” (reticências). Mentira. O telefone continua armazenado, o celular ativo e eu tô aqui ó, morando no mesmíssimo lugar. Podia se dar pelo menos ao trabalho de inventar uma desculpa melhor já que resolveu dar as caras novamente, porque essa está mais batida do aquela vez que você fingiu estar doente para cancelar o nosso jantar. Ninguém mais nessa vida tem paciência para este tipo de conversinha fiada. Não sabe o que dizer comece pela verdade é sempre o melhor caminho.

Não deu valor quando deveria, se arrependeu, já curtiu demais com os amigos agora quer sossegar, achou que não era isso que queria depois descobriu que era, não interessa qual a sua razão. Fazer uso deste tipo de clichê não ameniza o seu retorno, muito menos quebra o gelo na porta de entrada. Acredite, na maioria das vezes a reação é inevitavelmente a mesma. A gente revira os olhos, dá uma risada desacreditada e se tiver de bom humor ainda responde na mesma moeda só pela curiosidade em saber o porquê da ressurreição justo agora.

Não, isso também não faz parte do processo de paquera. Se o desejo é o de uma nova chance nada mais bacana do que estabelecer uma confiança logo de cara abrindo o jogo sobre o real motivo da ausência de contato. Errar todo mundo erra e fases cada um tem as suas. Você não vai parecer nenhum alienígena ao admitir que estava confuso, despreparado ou que simplesmente naquele momento não estava com vontade de investir na relação. Pelo contrário, ser honesto aumenta e muito as possibilidades de uma quebra de barreiras.

Ninguém espera um ser humano perfeito, somos pessoas procurando por pessoas. Sem frases prontas, decoradas ou de efeito. E é justamente o que está escasso nos dias de hoje. Gente que assume as próprias escolhas e não tem medo de parecer vulnerável. Gente que começa um relacionamento sem máscaras, como tem que ser, com a esperança de ter a sua fragilidade abraçada sem nenhum tipo de julgamento. Ser sincero é tão legal, mas tão legal que ao invés de ter a mensagem ignorada a gente até consegue um pouco de reciprocidade mesmo tendo pisado na bola da última vez.

Se você não coloca as cartas na mesa eu digo: eu não sumi, você que não me procurou. Se estivesse realmente interessado saberia onde me encontrar, se não estivesse envolto em tantos pretextos poderíamos enfim ter nos dado uma oportunidade. Mas, não rolou, você não rolou. E quer saber, está tudo bem. Só que dá próxima vez que vir meu nome passando pelo whatsapp e pensar em me mandar alguma coisa seja um pouco mais criativo. Minha inteligência não merece ser subestimada pela sua falta de tato (e de tino).

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