Porque os malabarismos para sair da rotina podem deixar seu relacionamento com cãimbras

Nem chulé, nem mau hálito matinal, nem cueca suja em cima da cama, muito menos aquele ronco ensurdecedor que divide a cama com você todas as noites durante os últimos 4 ou 5 anos.


Vem morar dentro de mim

É assim que eu chego até você esta noite. Completamente nua. De expectativas, conjecturas, de pré-conceitos e conceitos sobre qualquer coisa que nós já tenhamos vivido.

Não quero dizer velhas frases, nem usar de antigos artifícios. Por que tudo precisa parecer uma equação matemática de Navier-Stokes?


Será que ele é?

Mulheres detetives, atenção: homens estilosos, vaidosos, adeptos da limpeza de pele e viciados no Esquadrão da Moda não são necessariamente gays, apesar do seu gaydar (o radar de gays) apitar nessas horas.


“Ficada troféu” – quando a conquista acontece só para impressionar os outros

No universo dos relacionamentos, a autoafirmação também é um fator que rodeia nossas atitudes. O que o outro vai achar da “manchete” sobre meu novo affair?


Ele só quer te comer – porque esse discurso não deveria incomodar

Você conheceu um cara incrível ontem. Ele é amigo do namorado da amiga da sua amiga. Não importa, ele gostou de você. Gostou do seu batom vermelho, do seu riso debochado e do cheiro que sentiu quando você chegou perto pra dar um ‘oi’.


Deixa ela se tocar

A gente anda careta e babaca demais. E quando digo “a gente”, quero dizer eu e você, os dois, os todos, porque não é difícil perceber a própria coxinhice, a própria hipocrisia e o próprio atraso de opinião. Mas a gente vive dizendo que vai melhorar e sorte daqueles que realmente buscam aprender mais, ficar mais maleáveis, porque a vida desenhada na base de opiniões sólidas é uma merda construída de um erro atrás do outro. Sabe como você faz isso? Prestando atenção em pessoas que têm opiniões


Vagina Pride: porque o buraco é muito mais embaixo

Brancas, negras, latinas, cissexuais, transsexuais, heterossexuais, homossexuais, gordas, magras, idosas, jovens e, acima de tudo, mulheres reais. Desprovidas daquele aspecto plastificado e surreal hollywoodiano.


Sexo pode ser o que você quiser: manifesto por uma sexualidade menos careta

Hoje o papo é sobre sexo e para falar de sexo a gente não precisa dessas amarras todas, certo?

Vem cá, broto. Tira esse corpete que mais parece instrumento de tortura medieval e deixa tudo à mostra. Vai, rapaz, tira esse sapato de bico fino que não estamos aqui pra bebericar espumante com o mindinho levantado.


Mulher que é mulher tem celulite, homem que é homem não repara

Não é a primeira e infelizmente não será a última vez que ouvirei essa história de alguma amiga: ela acorda numa bela manhã se sentindo poderosa, glamourosa, rainha do funk – praticamente a Beyoncé no clipe de “Run The World”.


Por que a indústria pornográfica pensa que nós, mulheres, não existimos?

Antes de mais nada, uma confissão: eu vejo pornô. E não é pouco.  A sua amiga vê, a sua namorada vê, sua prima pré-adolescente, sua colega de trabalho, sua irmã mais nova. Arrisco dizer que até sua mãe vê