3 motivos para viajar em casal

Há quem diga que não, que passar 24 horas com a mesma pessoa já é difícil e que fazer isso em viagem, onde decisões são tomadas a cada instante e onde o tempo nunca é igual, torna tudo mais arriscado. Mas a gente está aqui para mostrar o contrário.


3 micos que a gente já pagou no Dia dos Namorados

Quer saber como tornar um dia romântico como esse em um momento constrangedor? No vídeo de hoje contamos três histórias que aconteceram com a gente e que não queremos que você repita!


Os 20 poucos e muitos anos

Temos os olhos acostumados às telas. Somos rápidos, dinâmicos e começamos a ter responsabilidades cedo. Registramos a vida pelas câmeras cada vez mais modernas dos nossos celulares, que se atualizam todos os anos.


Somos a soma das pessoas que nos cercam

“Diga-me com quem andas e eu te direi quem és” nunca fez tanto sentido: ficamos parecidos com as pessoas com quem convivemos.

Um processo natural, certamente, e que resulta não da convivência pura e simples, mas da convivência somada à entrega.


Um dia na vida de uma pessoa ansiosa

Por que eu já acordo com essa sensação de sufocamento no peito? Como posso ter um bom dia se nos primeiros segundos da manhã sinto como se o meu coração fosse sair pela boca? Será que essa é mesmo uma sensação física ou eu estou ficando louca? Eu dormi 7 horas ininterruptas, mas me sinto exausta.


Gente morna não me convém

Minha mãe adora chuchu. Ela coloca na salada, faz suflê, sopa, empada e uma outra infinidade de coisas que, para mim, ficariam melhores com queijo e bacon. Mas gosto é gosto, dizem por aí. Eu particularmente nunca gostei de nada insosso, sem sabor ou sem ardência na ponta da língua.


10 sinais de que sua vida adulta começou

Numa tarde ensolarada alguém te pede educadamente para que tire os fones de ouvido e lança a pergunta de um milhão de dólares:

- Você está pronto para a vida adulta?


A dor e a delícia de ser sensível

Sentir é cansativo.
E eu sou uma daquelas tantas pessoas que vivem exaustas psicologicamente porque tudo a sua volta lhes afeta. Daquelas que vêem um morador de rua e passam o dia inteiro pensando nisso. Que se sentem frequentemente culpadas pelo que fizeram, pelo que deixaram de fazer, pelo que deveriam ter feito.

Não crie expectativas se não pode supri-las

E o conselho de hoje é… é… é… Não crie expectativas se não pode supri-las! Parece algo tão simples e óbvio, né? Parece, ô se parece, porém, após uma rápida conversa com algumas amigas, notei que o mundo está cheio de gente fazendo exatamente o contrário, ou seja, mentindo de um jeito que espalha esperanças onde não há ninguém capaz de supri-las e, consequentemente, distribuindo porções e mais porções de vales-frustração. 


Desacelerar é preciso

Em meio a uma avalanche de conselhos como “keep walking” e “o show não pode parar”, que nos incentivam a permanecer em ininterrupto movimento, percebo que temos nos esquecido da importância de dar um pause geral vez ou outra. Se é que um dia soubemos dela, né?


Gostar de alguém não significa abrir mão de nós mesmos

“Relaxa, eu tô aqui e sei que sou ótimo”, “Nossa, mas você é muito difícil”, “Se você não mudar esse jeito, ninguém vai gostar de você”, “Você é uma pessoa horrível, sabia?”, “Tem que dar graças a Deus que eu ainda tô aqui, qualquer outra pessoa já teria desistido”, “Eu tenho nojo de você” e por aí vai.


Convite: Aula ONLINE sobre felicidade nos relacionamentos

Já parou pra pensar: por que, mesmo diante dos novos movimentos de empoderamento feminino, muitas de nós mulheres ainda nos sentimos confusas, cobradas e até mesmo frustradas em relação à nós mesmas, ao nosso papel no mundo e aos nossos relacionamentos?


Você não pode controlar tudo

Uma das melhores coisas que podemos fazer na vida é aceitar nossa imutável falta de controle sobre muitas coisas – a maioria delas, talvez.

Muitas vezes, por maior que seja a nossa vontade de mudar um cenário, não há nada que possamos fazer, infelizmente.


Dê tempo a quem você ama

Essa história de “dar um tempo”, você sabe, costuma ser licença para dar aquela variada. Coisa que se diz quando se quer beijar outras bocas sem correr o risco de perder a boca que se quer beijar pelo resto vida – exceto, é claro, por um tempo.