Resultado da Busca:

Sou do Bloco do Netflix

“Nossa folia será diferente: não terá abadá, ‘Mamãe eu quero’ e mascarados. E estamos mais do que felizes por isso, acredite!”, afirmei. Mas não bastou para convencê-lo de que realmente queremos pegar a contramão do tradicional Carnaval tupiniquim.


Aceite, ninguém muda ninguém

Mudança para mim é uma palavra muito forte. Me remete a algo que naturalmente não era, mas que passou a ser. Uma pessoa, um sentimento, uma situação “transformada” que carrega um leve aroma de instabilidade. Mudar é um estado inconstante. Vai totalmente contra aquilo que a gente é por dentro.


Não me manipule

Ceder é diferente de ser submisso, que fique bem claro. No primeiro você busca um equilíbrio de vontades, renuncia momentaneamente a um dos lados, e porque não, evita a fadiga de uma discussão desnecessária. No segundo você se menospreza. Se inferioriza, se escraviza, se esquece.


As pessoas mais felizes precisam de pouco

Era uma viagem curta de férias. Uma moça simpática sentou na poltrona ao lado. Tirou os fones de ouvido, sorriu e puxou assunto. Descobri que estávamos a caminho do mesmo camping. Isso bastou para que passássemos dias tranquilos em um paraíso baiano escondido.


Quando você deixa quem ama pra depois do carnaval

Início de ano é marcado sempre pelas mesmas expressões populares de ressaca do fim do ano passado. Dentre essas expressões, o fato da gente “deixar pra depois do carnaval” é algo que me chama bastante a atenção. Ora, Cara Pálida, não é só um resquício de preguiça e da nossa mania


Em um mundo programado, sentir é um ato revolucionário

Era um fast-food qualquer.

- Temos uma oferta de Big-Cheddar-AVC por apenas 15,90, senhora.

(Só o sorvete, obrigada).


Quer ir embora? Vai

Situação: você vê aquela pessoa-não-tão-importante-assim se despedindo de você, saindo da sua vida, abrindo espaço pra que você talvez conheça aquele grande-amor-que-ainda-não-chegou. Você se sente apreensivo, as mãos suam, bate uma coisinha estranha no peito, como se já fosse saudade.


Sobre o meu mundo: Não force a entrada

Não, eu não te deixei entrar. Foi apenas uma visita de cortesia. Eu abri a porta, não a vida.

Não que eu não goste de você, só não gosto de muitas perguntas. Gosto das suas canções, mas ainda prefiro o meu silêncio. Gosto de suas visitas, desde que não mexa nos meus livros


Não tenha vergonha de se doar

A vida muitas vezes é bruta demais para ensinar o amor. A gente se apaixona, se entrega, oferece aquilo de melhor e mais bonito que existe dentro do nosso peito, e quando não é para ser, quebra a cara. E não é uma queda muito graciosa não, na maioria dos casos é um tombo para nunca mais se esquecer


O que mudou agora que o ano virou

Janeiro já está quase no fim. O tempo impiedoso passa rápido, bem rápido. O alvoroço das festas abriu espaço para outras ansiedades: o carnaval, a meta do mês no trabalho, as primeiras contas para pagar, o amor. Finalmente pode-se dizer que o ano de fato começou.