• Que me perdoe o Kama Sutra,  mas papai e mamãe é bom demais
  • Que me perdoe o Kama Sutra,


    mas papai e mamãe é bom demais


    Ontem eu falei pra ela que queria inovar na cama e ela me olhou assustada. Disse pra ela algo como querida, pode ficar tranquila, você vai gostar. Passamos o dia trocando fotos pelado, fiquei de pau duro no trabalho, ela foi com uma calcinha fio dental e me mostrou fotos na área de limpeza do serviço, comprei até uma cueca nova. Chegamos eufóricos em casa.

    e o carro na garagem, corre pro abraço, eu já tava suando. Entro e vejo meia garrafa de vinho aberta na mesa da sala. Ela tava só de calcinha me esperando e tomou um susto quando eu cheguei. Porra, achei que fosse a minha mãe. Calma, amor, sou eu. E ela foi pegar um pano pra limpar o tapete antes de me dar um beijo. Limpou e reclamou que sujaria tudo, mas tudo bem, retomamos de onde paramos. 

    Ela me beijou e me puxou pro sofá, eu esqueci como era difícil desabotoar as calças, tive que pedir pra parar pra fazer isso. Ficou aquele silêncio constrangedor dos intervalos da putaria, sabe? Voltamos de onde tudo parou. Calça no chão, mão na bunda, bunda na mão, ela enfiou a mão dentro da minha calça. Levantei pra buscar a surpresa: uma venda e uma corda. Ela sorriu.

    Vendada e presa na cabeceira da cama. Tirei a calcinha dela. Ela gemeu. Fui subindo beijando a barriga e ela riu. Riu demais. Se contorceu. Gritou bem alto um filho da puta, aí não, eu sinto cócegas, caralho. Pedi desculpas. Voltamos de onde paramos. Continuamos até não aguentar mais e meter. Solta as cordas, tira as vendas, vem pra cima. Cavalga, cavalga, caval… calma, deu câibra. Ai, me ajuda aqui. Tá doendo a lombar. Puta que pariu, amanhã eu tenho ortopedista pra ver isso. Deixa eu ficar por baixo. Econtinuamos de onde paramos. 

    Isso, vai. Continua assim. Bate em mim. Não, não pode bater. Bate mesmo. ENFIA A MÃO NA MINHA CARA, PORRA! Isso, amor, isso. Calma, a unha não, a unha não! Droga, meu rosto tá sangrando. Desculpa, ela disse, mas a minha cara ardia e eu sentia uns pingos de sangue na boca. 

    Retomamos. 

    Ela empolgou de novo, começou a arranhar minhas costas, coisas que eu gosto. Fechei os olhos, pedi mais forte. Ela grudou as unhas e eu berrei. Sentia a pele em carne viva. Quase chorei. Machucou?o, amor, imagina. Gozei. Mas gozou mesmo? Não, tava sendo irônico. Quer parar? Não, vão bora. Mas você tá machucado. É, tá doendo. Vão bora, vai. Assim não tá dando, disse ela. Então como é que vai dar?, eu perguntei. E na maior simplicidade do mundo, depois de mil malabarismos e acidentes de duas pessoas com ascendentes em sagitário, ela finaliza: mete um papai-e-mamãeque a gente goza. 

    Às vezes, já dizia aquele ditado, mais vale um papai-e-mamãe bem feito que duas pessoas no hospital.

    daniel


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