• Rapidinha: 3 Segredos Por Trás do Boquete  Perfeito
  • Rapidinha: 3 Segredos Por Trás do Boquete


    Perfeito


    Esse é mais um post da sessão Rapidinhas, que toda segunda-feira trará dicas práticas, objetivas e sem mimimi para os leitores inovarem na cama. Conheça a nova programação semanal do Casal Sem Vergonha aqui.

    Fazer um bom boquete é uma sabedoria. Daquelas que deveriam constar em Currículo Lattes e coisa e tal. Porque você pode seguir absolutamente todas as dicas descritas nos manuais – inclusive as que a gente dá aqui no CSV –, mas, se não se deixar levar pelo espírito da coisa, não adianta. Por isso, na Rapidinha de hoje, a gente trouxe os três segredos simples que estão por trás do boquete perfeito. Na maioria das vezes, o que separa um boquete bom de um boquete perfeito não é a técnica, e sim a atitude. Olha só:

    1. Nem concreto, nem açúcar

    Duro ou meia-bomba, ou pau tem uma textura muito peculiar. E a pressão/ leveza do toque precisa ser considerada com carinho se a sua intenção for fazer um boquete espetacular. Da primeira vez que a gente pega num pau, usa toda a delicadeza do mundo, com medo de apertar demais e acabar gangrenando o coitado. Aí, vêm os manuais e dizem que assim está errado e que o cara vai sentir muito mais prazer se você pegar com força e aumentar a pressão. E então você aperta o pau do seu parceiro como se estivesse espremendo um tubo de pasta de dente, esquecendo-se de toda a sensibilidade daquela parte do corpo masculino. Por isso, sempre que for fazer um boquete, pense que o pau é um churros: se apertar demais, esfarela. Se apertar de menos, não encontra o recheio de doce de leite e não suja a mão com o açúcar mascavo. E convenhamos: a parte mais gostosa dos churros é lamber os dedos.

    2. Língua em ação

    Chupar um pau, como o próprio nome diz, requer habilidades de sucção. Porém, a dica aqui é não tratar o pinto do cara como se ele fosse meramente um canudinho de Toddy. Uma chupada no capricho é sempre deliciosa, mas a língua é essencial para um boquete perfeito. Acaricie a cabeça do pau com a língua, deslize a língua por entre o comprimento todo do pau, lamba as bolas – não é porque elas são feias que não merecem atenção. Encare o sexo oral mais como um beijo na boca do que como um exercício de sucção. E beije o meninão como se fosse o único. Como se fosse o último. Mais uma vez, entrega é tudo na hora do sexo.

    3. Olhos nos olhos

    Talvez a hora do boquete não seja a mais adequada possível para uma telepatia olho no olho. Porém, o contato visual é fundamental – acredite. Além de corroborar para o potencial sedutor de um olhar safado, o contato visual na hora do boquete traz todo aquele fetiche de dominação disseminado pelo cinema pornô: o olhar submisso que a mulher lança ao homem em busca de aprovação. É importante também se deixar ser vista – os homens dizem que poucas visões no mundo são mais bonitas do que uma mulher debruçada em cima de um pau, com a boca aberta, movendo a cabeça pra frente e pra trás. Por isso, elimine do caminho todo e qualquer obstáculo que possa servir como cortina para a visão do homem. Prender ou segurar o cabelo na hora do boquete é sempre uma boa sacada.

    Gostou? Então não deixe de conferir a sessão Rapidinha, que rola toda segunda-feira aqui no CSV. Ah, e não se esqueça de nos contar se deu certo nos comentários!