• Vivo um relacionamento aberto, mas me<#break#> apaixonei no meio do caminho. E agora?
  • Pra não esquecer de um grande amor

Vivo um relacionamento aberto, mas me apaixonei no meio do caminho. E agora?

Este é mais um post da categoria “Se Eu Fosse Você”. Não sabe do que estamos falando? Entenda aqui.

No Se Eu Fosse você de hoje um homem, dois amores, uma situação delicada que coloca muito em risco.


Pra não esquecer de um grande amor

Ela gostava de chimarrão, disso eu me lembro bem. Podia passar horas a fio a admirá-la enquanto preparava e tomava aquilo que parecia ser tudo, menos água quente e erva-mate.


O amor pode ter batido na sua porta, mas você não abriu

A distância entre o que as pessoas querem e o que realmente buscam tornou-se um abismo. Muitos desejam um amor para sempre, mas não abrem mão da individualidade. Alguns querem dividir os conflitos da sua existência, mas não conseguem ouvir o outro.


A mulher que você não quer ser

Pode até ser pretensioso querer supor a mulher que você quer (e, sobretudo, a que não quer) ser. Mas é que meu lado escritora sobrevive muito mais da arte de observar do que da expressão em si –


A arte de ganhar pelo estômago – você pratica?

O amor se ganha nos detalhes. Naquelas demonstrações de sentimento quando ninguém está vendo. No carinho na perna enquanto ele dirige. No abraço confortante que diz que vai ficar tudo bem. No encaixe das conchinhas. No acordar no meio da noite pra lembra-lá de tomar o remédio. Nos olhares que não precisam dizer mais nada. No esforço em resistir e deixar o último pedaço de pudim pra ele na geladeira.


Mais amor, menos barganha

Alguém muito, mas muito entendedor dos assuntos do coração, ou que pelo menos acredito que já passou por uns bons bocados nessa vida, disse por aí que amor é um ato de fé.


Casal Recomenda: Um dos pedidos de casamento mais criativos dos últimos tempos

Esse post é mais um Casal Recomenda, um quadro que acontece toda quarta aqui no site, no qual damos dicas de conteúdos bacanas e inspiradores sobre sexualidade.


A arte do desapego – porque para o novo vir, é preciso deixar o velho ir

Ei, você, que está curtindo uma fossa, um bom porre regado a vinho e lágrimas, suspirando um vazio que não passa nem comendo o melhor banquete. Que está metodicamente amaldiçoando o karma, Murphy e o universo inteiro por todas as tentativas frustradas de troca, parceria ou de um simples bolero a dois.


Namorado? Noivo? Namorido? Porque deveríamos parar de rotular relacionamentos

Sempre achei engraçada e meio embaraçosa essa curiosidade que algumas pessoas – a maioria delas, penso eu – nutrem sobre as decisões alheias.


Seja homem, meu filho, seja o homem que você quiser ser

“Seja homem!”. Geralmente essa frase vem acompanhada de um tom de repreensão e cobrança de determinada postura e comportamento: não demonstre indícios de qualquer sinal de emoção, seja “forte”, seja um ~macho.