30 coisas que uma tia gostaria de dizer para a sobrinha

Ter um sobrinho talvez seja o melhor presente que seus irmãos podem te dar. A troca de amor entre você e um ser que nasceu já sendo seu, te coloca em uma posição de completa devoção para tudo que ele quiser que você faça, compre, brinque, entenda, supere.


Você precisa morar sozinho

Você precisa saber o que é chegar em casa, tirar os calçados num canto e ver seu sofá te esperando. Com seus livros nas estantes, as fotos da turma nos porta retratos e o tapete comprado, na feira do bairro, fazendo par com o abajur de brechó. Cozinhar sua própria comida, pegar sua própria bebida e escolher sozinho o que ver na TV.


10 coisas para fazer quando se sentir um lixo

Tem dias em que a gente acorda se sentindo um lixo. Não precisa ter motivo: de vez em quando você só quer chorar num quarto escuro – ou, eventualmente, morrer.

Acontece com todo mundo, acho – ou eu é que sou estranha.


Vocês não precisam gostar das mesmas coisas

Mais importante que um casal que concorda sobre o filme para assistir, num domingo de chuva, diante do Netflix, é um casal que tem jeito parecido de levar a vida. Que tem caráter, ritmo e anseios semelhantes. Você pode ser um viciado em quadrinhos e ela ler Foucault no café, isso importa, claro, mas não tanto quanto a sintonia de vocês.


A liberdade que te obriga a algo não é liberdade

“Você não é empoderada? Então chupa o meu pau!”

Não fui eu quem ouvi isso – tanto que a integridade física de quem proferiu tal frase permanece incólume. Uma amiga me contou a anedota num bar feio, curiosamente depois de nossa primeira reunião para a criação de um coletivo feminista na cidade.


O amor da sua vida passou enquanto você mexia no celular

Ele deu um sorriso meio canto de boca quando ouviu a sua risada fora do tom, mas você nem viu. Era importante naquele momento atualizar o Instagram, o Facebook, o Whatsapp e o Twitter com a selfie que guardaria para sempre aquele momento único do que mesmo?


Desliga o som do mundo e abre uma garrafa de vinho comigo

Venha, aquiete seu olhar sempre apressado aqui no meu peito.


Eu vou embora de você

Eu vou embora de você. Da sua vida bagunçada, dos seus vícios espalhados pelo chão do quarto e do seu abraço. Eu vou embora porque preciso me libertar do seu amor destrutivo, do seu humor instável e da sua paixão inconstante. Vou embora porque você me faz mal ao estômago, me dá enxaqueca e enruga a alma.


Essa é uma declaração de amor (sem prazo de validade)

Essa é uma declaração amor. É séria, não é mais uma não, nem palavras soltas, daquelas que inundam nossa timeline. É um posicionamento, acho, não sei se combina, talvez. Só para que saiba que eu topo. Topo fazer bate-volta para te ver, sempre que você quiser. E eu odeio bate-voltas. Mas vou amar ir te ver, então, tá tudo certo.


Cuide bem do seu amor (mesmo que ele seja passado)

Terminar um relacionamento exige muita maturidade. Talvez mais do que manter o cuidado com a parceria no dia a dia mesmo. É pegar uma pessoa que foi de extrema importância na nossa travessia, recuperar a chave de volta e dar adeus a um monte de coisa bacana que não mais vai poder ser vivida por aquele casal.


Somos a soma das pessoas que nos cercam

“Diga-me com quem andas e eu te direi quem és” nunca fez tanto sentido: ficamos parecidos com as pessoas com quem convivemos.

Um processo natural, certamente, e que resulta não da convivência pura e simples, mas da convivência somada à entrega.


Por que querer o mal de quem a gente um dia amou

Dia desses, durante um trabalho oferecido pra uma agência de publicidade, acabei caindo na equipe de um ex-rolo. Não era um ex-rolo qualquer: eu tinha sido loucamente apaixonado por ele até ele resolver desaparecer e retornar namorando o ex.


Eu gosto de ficar sozinho

São Paulo no outono tem um climinha delicioso para quem gosta de ficar em casa. Temperatura amena, chuvinhas regulares, céu azul e cinza alternando numa dança gostosa. É óbvio que esse tipo de cenário também é propício para o aparecimento dos “sumidos” no Whatsapp, telefone e Facebook, não é?


Se você precisa insistir demais, talvez não valha a pena

Tenho uma teoria boba, mas que costuma funcionar na hora de decidir se levarei ou não uma possibilidade de relacionamento à frente. Me pergunto quão disponível aquela pessoa tem estado pra mim. E quando eu falo disponibilidade, eu não falo apenas de tempo – até porque sei muito bem o que é ter uma agenda apertada e horários que não batem.